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Apoio Social e Direitos

 

As crenças, atitudes e representações associadas às formas de transmissão do VIH/SIDA, bem como a forma como a infecção progride, produzem nos indivíduos, infectados e afectados, inúmeras necessidades pessoais e sociais.
 
Em muitos casos, a infecção pelo VIH/SIDA dá origem a situações de ruptura social, mesmo em pessoas, até então, socialmente integradas, conduzindo, frequentemente, à perda de suportes de inserção, como o enquadramento afectivo, o alojamento e o emprego.

 

 

Muito embora esta problemática do VIH/SIDA tenha surgido inicialmente como um problema de saúde, é cada vez mais um problema de ordem social, com múltiplas implicações na comunidade. Estas implicações, de cariz individual e social, traduzem-se, essencialmente, em hospitalizações prolongadas e/ou frequentes, alterações emocionais com implicações a nível psicológico, dificuldades de manutenção e/ou obtenção de emprego, diminuição das capacidades económicas e o afastamento e/ou rejeição dos elementos de suporte social do indivíduo, nomeadamente, colegas, amigos, vizinhos e, muitas vezes, a própria família.

Face a uma situação desta natureza, a CNSIDA assume como uma das suas prioridades de intervenção, o apoio social e extra-hospitalar aos indivíduos infectados pelo VIH/SIDA e suas famílias, apoiando as ONG e reportando-se à rede de cuidados continuados em implementação pelo Ministério da Saúde.